Leandro Karnal, Clóvis de Barros e Mario Sergio Cortella - Encontro inédito ↗
Clóvis interpreta a raiva como paixão triste, mas preserva a indignação como possível motor de transformação diante da injustiça.
Clóvis interpreta a raiva como paixão triste, mas preserva a indignação como possível motor de transformação diante da injustiça.
Clóvis interpreta a raiva como paixão triste, mas preserva a indignação como possível motor de transformação diante da injustiça.