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CONCEITO

Argumento débil

Argumento considerado mais fraco ou frágil em uma disputa. A aula atribui a Protágoras a ideia de que ele pode vencer um argumento forte pela maneira como é apresentado.

Definição enciclopédica

A trama da tragédia pode ser resumida assim:[1][2] Lear, o idoso rei da Bretanha, decide dividir o reino entre suas três filhas: Goneril (esposa do duque de Albany); Regan (esposa do duque da Cornualha); e a favorita Cordélia (que tinha por pretendentes o rei da França e o duque da Borgonha). Para calcular a partilha, pede às filhas que expressem a gratidão e o amor que sentem pelo pai. Goneril e Regan fazem discursos aduladores, em que afirmam que o amam mais que qualquer coisa no mundo. Cordélia, por outro lado, contraria as expectativas do rei e afirma que o ama "como corresponde a uma filha, nada mais, nada menos". Irritado com essa resposta, Lear deserda-a e expulsa-a do reino, entregue sem dote ao rei da França. O duque de Kent intercede por Cordélia e também termina banido. Kent, entretanto, em vez de partir para o exílio, retorna ao reino disfarçado de Caio e põe-se ao serviço de Lear, quando este se encontrava na corte de Goneril. Enquanto isso, o conde de Glócester, agindo de forma semelhante a Lear, cai numa conspiração criada por seu filho ilegítimo Edmundo, que através de uma carta forjada faz com que Glócester acredite que o seu filho legítimo, Edgar, planeja matá-lo para herdar seus bens. Edgar refugia-se na floresta e disfarça-se de mendigo louco (como Pobre Tom ou Tom o'Bedlam).

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