
O tema central do livro
Conceito · Metafísica
O absoluto incondicionado, descrito na aula como unidade absoluta ou “um sem dois”, distinto de Brahma, o poder criador dinâmico.
Como aparece nas conversas

O absoluto incondicionado, descrito na aula como unidade absoluta ou “um sem dois”, distinto de Brahma, o poder criador dinâmico.
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Bramã (em sânscrito: brahman, forma masculina e neutra de ब्रह्म, brahma) é um conceito do hinduísmo, semelhante ao conceito de absoluto presente em outras religiões. O termo designa o princípio divino, não personalizado e neutro do bramanismo e da teosofia. Não deve ser confundido com Brama, que, juntamente com Vixenu e Xiva, forma a trindade (trimurti) clássica hindu. Na teosofia, Bramã é o "Absoluto", o "Espírito Divino e Infinito" que emana no início de um novo ciclo de manifestação (chamado Mahamanvantara). Portanto, é a origem e raiz de toda a consciência que evolui neste mundo. Para o hinduísmo, esta evolução ocorre por sucessivas encarnações, doutrina esta que é chamada de metempsicose. A metempsicose hindu fundamenta-se em dois conceitos principais: Saṁsāra - significando que a realidade é considerada como um evoluir fenomênico; Carma - que denota a conexão entre os atos no mundo fenomênico. Este mundo fenomênico é entendido como ilusório e a origem de todo o sofrimento humano. Assim, no hinduísmo, a libertação deste ciclo de sofrimento é concebida como uma absorção no absoluto (Brahman ou Parabrahman), chamada nirvana. Assim, o bramã é considerado a origem e o fim de tudo.