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CONCEITO

Educação libertadora

O capítulo tem como temática um frequente questionamento relacionado aos professores: Existe estrutura em uma sala de aula dialógica e transformadora? Os dois educadores exploram criticamente a natureza da educação tradicional e como ela se enraíza na autoridade, rigidez e centralização do currículo. Paulo Freire destaca que a educação tradicional é caracterizada por um currículo padrão que é desenvolvido por órgãos centrais e imposto aos professores e alunos, negando assim o exercício da criatividade entre professores e estudantes, evidenciando a falta de confiança das autoridades sobre eles. Ira Shor complementa essa visão, observando como os professores e estudantes são socializados ao longo dos anos para se submeterem a uma forma mecânica de educação, com currículos mecânicos feitos “à prova de professores “ por administradores e contadores. No entanto, o rigor discutido na educação libertadora traz uma perspectiva diferente. O rigor na educação dialógica, visto com uma imagem de licenciosidade por diversos profissionais, na realidade não é uma abordagem permissiva, mas, sim, um processo desafiador que exige empenho, criatividade e compromisso por parte de professores e estudantes. Ainda no capítulo três, Paulo Freire, afirma que existe sim uma autoridade na figura do professor, pois, para ele, os alunos realmente são diferentes do professor, tendo em vista que o próprio possui mais experiência, tem uma análise crítica mais desenvolvida e também por já ter se dedicado a estudar sobre o assunto. No entanto, o problema não é a existência dessa autoridade, mas, quando a mesma se transforma em autoritarismo, transformando os discentes em antagonistas, ou seja, adversários. Além disso, Freire e Ira, criticam o fato do docente tradicional colocar a sua autoridade como alg

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