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CONCEITO

Razão pura prática

Uso da razão voltado para orientar a ação moral independentemente da experiência e das inclinações. É indicada como a origem a priori da lei moral.

Definição enciclopédica

A capacidade que subjaz a decidir o que é moral chama-se razão prática pura, que se contrapõe a: razão pura, que é a capacidade de conhecer sem ter sido mostrado; e razão prática, que nos permite interagir com o mundo na experiência. Imperativos hipotéticos nos dizem quais meios melhores alcançam nossos fins. No entanto, eles não nos dizem quais os fins que devemos escolher. A dicotomia típica na escolha de fins é entre fins que são certos (por exemplo, ajudar alguém) e aqueles que são bons (por exemplo, enriquecer a si mesmo). Kant considerava que o certo é superior ao bom; para ele, o último era moralmente irrelevante. Na visão de Kant, uma pessoa não pode decidir se a conduta é correta, ou moral, por meios empíricos. Tais julgamentos devem ser alcançados a priori, usando a razão pura prática.[1]

Fonte de referência ↗

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