
O Existencialismo é um Humanismo
Por que este: também sobre Existencialismo.

Por que objetos comuns e gestos banais podem, de repente, provocar em alguém uma sensação de repulsa tão forte que parece um mal-estar físico?
Sobre a obra
A Náusea acompanha Antoine Roquentin, historiador que vive na cidade portuária de Bouville enquanto pesquisa a vida do marquês de Rollebon, personagem do passado francês. Solitário e cada vez mais desconectado das pessoas e dos hábitos cotidianos, Roquentin passa a registrar em diário suas percepções, encontros e mudanças de humor. Objetos comuns, gestos e situações banais começam a provocar nele uma sensação física e mental de repulsa, que denomina “náusea”.
Ao longo desses registros, sua investigação histórica perde o sentido, assim como as relações com o Autodidata, com antigos conhecidos e com Anny, uma mulher importante de seu passado. A experiência leva Roquentin a confrontar a existência concreta das coisas e a ausência de uma justificativa essencial para que elas sejam como são. No desfecho, ele abandona o projeto sobre Rollebon e considera uma nova forma de organizar a própria vida por meio da criação artística.
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Como citar (ABNT)
SARTRE, Jean-Paul. A Náusea. Tradução: Rita Braga. 26. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2020.
Texto completo e materiais
Para ouvir
Como podemos estudar a experiência sem reduzi-la ao cérebro ou à psicologia?
Citado aos 13:09: Mencionada como obra de Sartre já analisada em aulas anteriores.
Por que a pergunta sobre o sentido da vida ganhou força principalmente no século XIX?
Citado aos 44:39: Mencionado como obra que também trata da experiência de um mundo sem resposta.
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