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Resumo por capítulo

Cântico dos Cânticos

Por Joaquim José Coelho de Carvalho

O resumo de cada capítulo de “Cântico dos Cânticos”, de Joaquim José Coelho de Carvalho.

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23 capítulos · texto em português

Capítulos

  1. 01Texto (sem resumo)
  2. 02Capítulo I
  3. 03Capítulo II
  4. 04Capítulo III
  5. 05Capítulo IV
  6. 06Capítulo V
  7. 07Capítulo VI
  8. 08VII
  9. 09Capítulo VIII
  10. 10IX
  11. 11X (sem resumo)
  12. 12XI
  13. 13XII
  14. 14XIII
  15. 15Capítulo XIV
  16. 16Capítulo XV
  17. 17Capítulo Dezesseis
  18. 18Capítulo XVII
  19. 19Capítulo XVIII
  20. 20Capítulo XIX
  21. 21XX
  22. 22XXI
  23. 23XXII

Os resumos

2. Capítulo I

No original: I

A revelação de Jesus Cristo é dada para mostrar aos servos as coisas que em breve acontecerão, e João testemunha o que viu. Ele anuncia bênçãos aos que leem, ouvem e guardam as palavras da profecia, e saúda as sete igrejas em nome de Deus, dos sete espíritos e de Jesus Cristo. Na ilha de Patmos, João ouve uma voz que lhe ordena escrever às sete igrejas e vê Cristo entre sete candeeiros de ouro, com sete estrelas na mão. Cristo o tranquiliza, declara que vive pelos séculos e lhe explica que as estrelas são os anjos das igrejas e os candeeiros são as próprias igrejas.

3. Capítulo II

No original: II

A mensagem a Éfeso reconhece suas obras, perseverança e rejeição dos falsos apóstolos, mas a repreende por ter abandonado o primeiro amor e a exorta ao arrependimento; ao vencedor promete a árvore da vida. Esmirna é encorajada a permanecer fiel em meio à tribulação e à pobreza, com a promessa da coroa da vida e de não sofrer a segunda morte. Pérgamo é elogiada por manter a fé, mas advertida contra os ensinos de Balaão e dos nicolaítas; ao vencedor são prometidos o maná escondido e uma pedra branca com um novo nome. Tiatira é reconhecida por suas obras, amor e perseverança, mas repreendida por tolerar Jezabel; os fiéis devem guardar o que têm até a vinda, e ao vencedor são prometidas autoridade sobre as nações e a estrela da manhã.

4. Capítulo III

No original: III

A igreja de Sardes tem fama de viva, mas está morta; deve vigiar, fortalecer o que resta, lembrar-se do que recebeu e arrepender-se. Os poucos que não contaminaram suas vestes andarão de branco, e os vencedores terão seus nomes preservados no livro da vida. Filadélfia, embora tenha pouca força, guardou a palavra e não negou o nome; por isso, será guardada na provação, e seus vencedores serão feitos coluna no santuário de Deus. Laodiceia é repreendida por ser morna e confiar em sua riqueza; é chamada a buscar riquezas, vestes e visão, arrepender-se e abrir a porta, com a promessa de que o vencedor se sentará com Cristo em seu trono.

5. Capítulo IV

No original: IV

João vê uma porta aberta no céu e é chamado a subir para conhecer o que deve acontecer depois; arrebatado pelo Espírito, contempla um trono e aquele que está sentado nele, cercado por um arco-íris e por vinte e quatro anciãos em tronos. Do trono saem relâmpagos, vozes e trovões; diante dele ardem sete lâmpadas, há um mar semelhante a vidro e, no meio e ao redor do trono, quatro criaturas viventes cheias de olhos. As criaturas louvam sem cessar o Senhor Deus Todo-poderoso, e os anciãos se prostram, lançam suas coroas diante do trono e o adoram como criador de todas as coisas.

6. Capítulo V

No original: V

João vê um livro selado com sete selos na mão daquele que está no trono, e chora porque ninguém é digno de abri-lo. Um ancião anuncia que o Leão da tribo de Judá venceu; João vê um Cordeiro como morto, que toma o livro. As criaturas viventes e os anciãos adoram o Cordeiro e cantam que ele é digno, pois foi morto e comprou para Deus pessoas de toda tribo, língua, povo e nação. Os anjos proclamam que o Cordeiro é digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e bênção; toda criatura atribui bênção, honra, glória e domínio àquele que está no trono e ao Cordeiro.

7. Capítulo VI

No original: VI

O Cordeiro abre os seis primeiros selos. Surgem quatro cavaleiros: o primeiro vence, o segundo tira a paz da terra, o terceiro traz escassez e o quarto, chamado Morte, recebe poder para matar. Sob o altar, as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus clamam por justiça e recebem vestiduras brancas, devendo esperar até que se complete o número de seus irmãos. Ao abrir-se o sexto selo, terremotos e sinais no céu abalam a terra; seus habitantes se escondem e pedem que os montes os ocultem da ira do Cordeiro.

8. VII

João vê quatro anjos segurando os ventos da terra e outro anjo ordenando que não causem dano antes de os servos de Deus serem selados. São assinalados cento e quarenta e quatro mil, doze mil de cada tribo de Israel. Em seguida, uma multidão incontável de todas as nações, vestida de branco e com palmas nas mãos, adora a Deus e ao Cordeiro. Um ancião explica que são os que vieram da grande tribulação e lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro; Deus os protegerá, e o Cordeiro os conduzirá às fontes da água da vida, enquanto Deus enxugará suas lágrimas.

9. Capítulo VIII

No original: VIII

Quando o sétimo selo é aberto, há silêncio no céu, e sete anjos recebem trombetas. Outro anjo oferece incenso junto às orações dos santos; depois, lança fogo do altar sobre a terra, provocando trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Ao soarem as quatro primeiras trombetas, pragas atingem a terra, o mar, os rios e as fontes, causando destruição, águas amargas e escuridão parcial. Uma águia anuncia três ais para os habitantes da terra, por causa das trombetas que ainda serão tocadas.

10. IX

Ao tocar a quinta trombeta, uma estrela caída recebe a chave do abismo, de onde saem gafanhotos que atormentam por cinco meses os que não têm o selo de Deus, sob o comando de Abadom, o anjo do abismo. Com a sexta trombeta, quatro anjos são soltos junto ao Eufrates, e uma cavalaria numerosa mata a terça parte dos homens com fogo, fumaça e enxofre. Os sobreviventes não se arrependem de suas obras: continuam a adorar ídolos e a praticar homicídios, feitiçarias, fornicação e furtos.

12. XI

Uma cana é dada ao narrador para medir o santuário de Deus, o altar e os adoradores, enquanto o átrio externo é deixado aos gentios, que pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. Duas testemunhas profetizam vestidas de saco por mil duzentos e sessenta dias, mas a besta que sobe do abismo as mata; após três dias e meio, elas revivem e sobem ao céu, e um terremoto atinge a cidade. Depois que o sétimo anjo toca a trombeta, vozes anunciam que o reino do mundo passou a pertencer ao Senhor e ao seu Cristo. Os vinte e quatro anciãos adoram a Deus, e o santuário celeste se abre, revelando a arca da aliança, entre relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e saraiva.

13. XII

Uma mulher vestida do sol dá à luz um filho destinado a reger as nações, mas um grande dragão vermelho tenta devorá-lo; o menino é arrebatado para Deus e para o seu trono, e a mulher foge para o deserto, onde é alimentada. Miguel e seus anjos combatem o dragão, que é precipitado à terra com os seus anjos. Uma voz no céu anuncia a salvação, o poder e o reino de Deus e diz que os irmãos venceram o acusador pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho. Irado e ciente de que lhe resta pouco tempo, o dragão persegue a mulher e faz guerra aos demais filhos dela, que guardam os mandamentos de Deus e mantêm o testemunho de Jesus.

14. XIII

João vê uma besta que sai do mar, recebe poder do dragão e é adorada pelos habitantes da terra; ela blasfema contra Deus e faz guerra aos santos durante quarenta e dois meses. Em seguida, vê outra besta que sai da terra e leva as pessoas a adorar a primeira, realizando milagres e ordenando que façam uma imagem dela. A segunda besta faz com que sejam mortos os que não adoram a imagem e impõe a todos uma marca, sem a qual ninguém pode comprar ou vender. O capítulo declara que o número da besta é seiscentos e sessenta e seis.

15. Capítulo XIV

No original: XIV

O Cordeiro aparece no monte Sião com cento e quarenta e quatro mil, que cantam um cântico novo e são descritos como fiéis, sem mentira e sem defeito. Três anjos anunciam o juízo de Deus, a queda da Babilônia e o tormento dos que adoram a besta e recebem sua marca; os santos são chamados à perseverança, e os mortos que morrem no Senhor são declarados bem-aventurados. Em seguida, um semelhante ao Filho do Homem ceifa a terra, e outro anjo vindima suas uvas, lançadas no lagar da ira de Deus, de onde sai sangue em grande quantidade.

16. Capítulo XV

No original: XV

João vê no céu sete anjos com as sete últimas pragas, nas quais se consuma a ira de Deus. Os vencedores da besta, de sua imagem e do número de seu nome estão sobre um mar de vidro misturado com fogo e cantam o cântico de Moisés e do Cordeiro, louvando as obras e os caminhos de Deus e anunciando que as nações se prostrarão diante dele. Abre-se o santuário do tabernáculo do testemunho, de onde saem os sete anjos vestidos de linho puro e resplandecente, com cintas de ouro. Uma das quatro criaturas viventes lhes entrega taças de ouro cheias da ira de Deus; o santuário se enche de fumaça, e ninguém pode entrar até que se cumpram as sete pragas.

17. Capítulo Dezesseis

No original: XVI

Uma voz ordena aos sete anjos que derramem as taças da ira de Deus. As primeiras seis taças trazem chagas aos adoradores da besta, transformam o mar, os rios e as fontes em sangue, queimam os homens, mergulham o reino da besta em trevas e secam o Eufrates; apesar das pragas, os homens blasfemam e não se arrependem. Espíritos demoníacos reúnem os reis para a guerra em Armagedom. Com a sétima taça, um grande terremoto divide a grande cidade, as cidades caem, ilhas e montes desaparecem, e uma chuva de pedras atinge os homens, que blasfemam de Deus.

18. Capítulo XVII

No original: XVII

Um dos sete anjos mostra a João a sentença da grande prostituta, sentada sobre muitas águas e sobre uma besta escarlate com sete cabeças e dez chifres. O anjo explica que as sete cabeças são sete montes e também sete reis; os dez chifres são dez reis que, por uma hora, recebem autoridade com a besta, entregam-lhe seu poder e pelejam contra o Cordeiro, que os vence. As águas representam povos, multidões, nações e línguas; os dez reis e a besta odiarão a prostituta, desolarão e queimarão a mulher. Ela é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

19. Capítulo XVIII

No original: XVIII

Um anjo anuncia a queda da grande Babilônia, que se tornou morada de espíritos impuros e seduziu nações, reis e mercadores. Uma voz do céu ordena ao povo de Deus que saia dela e anuncia que seus pecados serão retribuídos com tormento; suas pragas virão num só dia, e ela será consumida pelo fogo. Reis, mercadores e navegantes lamentam sua destruição e a perda de suas riquezas, mas o céu, os santos, os apóstolos e os profetas são chamados a exultar, pois Deus julgou a causa deles. Babilônia será lançada ao mar e não será mais encontrada; nela cessarão a música, o trabalho, a luz e as celebrações, pois ali se achou o sangue dos profetas, dos santos e dos mortos da terra.

20. Capítulo XIX

No original: XIX

Uma grande multidão no céu louva a Deus por seus juízos contra a grande prostituta e celebra o reinado do Senhor e as bodas do Cordeiro, cuja esposa se vestiu de linho puro. João é advertido a adorar somente a Deus, e ouve que o testemunho de Jesus é o espírito da profecia. O céu se abre, e o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro, o Verbo de Deus e Rei dos reis, vem acompanhado pelos exércitos celestiais para julgar e combater. A besta e o falso profeta são lançados vivos no lago de fogo, e os demais são mortos pela espada que sai da boca do cavaleiro.

21. XX

Um anjo prende Satanás no abismo por mil anos, enquanto os que foram mortos pelo testemunho de Jesus e os que não adoraram a besta vivem e reinam com Cristo; esta é a primeira ressurreição. Ao fim dos mil anos, Satanás é solto e reúne as nações para a guerra, mas fogo do céu as devora, e o Diabo é lançado no lago de fogo e enxofre. Diante de um grande trono branco, os mortos são julgados segundo suas obras, conforme o que está escrito nos livros. A morte e o inferno são lançados no lago de fogo, assim como todo aquele que não está inscrito no livro da vida.

22. XXI

João vê um novo céu e uma nova terra, e a nova Jerusalém descendo do céu como uma noiva adornada. Uma voz anuncia que Deus habitará com os homens e enxugará suas lágrimas; não haverá mais morte, pranto, choro nem dor. A cidade santa, medida pelo anjo, tem doze portas e doze fundamentos, é adornada de pedras preciosas e iluminada pela glória de Deus e pelo Cordeiro. Nela entrarão os que estão escritos no livro da vida do Cordeiro, mas não os impuros nem os que praticam abominação e mentira.

23. XXII

João vê o rio da água da vida saindo do trono de Deus e do Cordeiro, junto à árvore da vida, cujas folhas curam as nações; não haverá maldição nem noite, e os servos de Deus o verão e reinarão para sempre. O anjo afirma que as palavras da profecia são verdadeiras e que o tempo está próximo, exortando a guardar o livro e a adorar somente a Deus. Jesus declara que virá em breve para retribuir a cada um segundo suas obras e convida os sedentos a receber gratuitamente a água da vida. O texto adverte contra acrescentar ou retirar palavras da profecia e termina com o pedido: “Vem, Senhor Jesus”, seguido de uma bênção.

Para ler a obra inteira

Cântico dos Cânticos

Joaquim José Coelho de Carvalho

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