1. Texto
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Resumo por capítulo
Por Homero
O resumo de cada capítulo de “Ilíada”, de Homero.

25 capítulos · texto em português
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Agamêmnon recusa devolver Criseida ao pai, sacerdote de Apolo, e o deus envia uma peste ao acampamento grego. Aquiles convoca uma assembleia; Calcas revela a causa da epidemia, e Agamêmnon aceita libertar Criseida, mas exige em troca a cativa de Aquiles. Os dois discutem, e Aquiles só é impedido de atacar o rei pela intervenção de Atena; depois, Agamêmnon toma Briseida, enquanto Aquiles se retira e pede ajuda à mãe, Tétis. Ela obtém de Zeus a promessa de favorecer os troianos até que os gregos honrem Aquiles. Criseida é devolvida ao pai, e Apolo faz cessar a peste; mais tarde, no Olimpo, Hera confronta Zeus, mas os deuses retomam o banquete.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Zeus envia a Agamêmnon um sonho enganoso, que o incita a atacar Troia; o rei convoca os chefes e conta-lhes a visão, mas propõe testar os soldados fingindo ordenar o retorno. Os aqueus correm para as naus, até que Hera envia Atena, que inspira Ulisses a contê-los; ele repreende Tersites por insultar Agamêmnon e convence a assembleia a permanecer na guerra. Nestor recomenda organizar as tropas, e Agamêmnon, após o sacrifício e o banquete, ordena que se preparem para combater. O exército grego marcha, enquanto o poeta enumera seus chefes, contingentes e navios, incluindo os de Aquiles, que permanece afastado por causa da disputa com Agamêmnon. Íris avisa Heitor da chegada dos aqueus, e os troianos e seus aliados se reúnem, comandados por Heitor, Eneias e outros chefes.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Heitor e Páris voltam ao combate, mas Apolo e Atena concordam em propor um duelo entre Heitor e um campeão aqueu. Após sorteio, Ajax enfrenta Heitor: ambos trocam golpes, e Ajax fere o pescoço do troiano, mas a luta é interrompida ao anoitecer; os guerreiros trocam presentes e se separam. Nestor propõe uma trégua para sepultar os mortos e erguer uma defesa junto às naus, enquanto Páris promete devolver os tesouros de Menelau, mas não Helena. Os aqueus aceitam a trégua para queimar os mortos, e ambos os exércitos realizam os funerais; os gregos constroem um muro, torres e um fosso. À noite, aqueus e troianos ceiam, enquanto Zeus manifesta um presságio que os deixa assustados.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Após as derrotas dos aqueus, Agamêmnon propõe abandonar a guerra, mas Diomedes se opõe, e Nestor aconselha que se tente reconciliar Aquiles com presentes. Agamêmnon oferece riquezas, Briseida e outras recompensas; Ulisses, Ájax e Fênix levam a proposta ao herói. Aquiles recusa, indignado com a ofensa, e anuncia que pretende voltar à pátria, embora Fênix e Ájax tentem convencê-lo a ajudar os aqueus. Os enviados retornam sem sucesso, e Diomedes recomenda que o exército se prepare para a batalha ao amanhecer.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Agamêmnon, preocupado com o exército, reúne Nestor e outros chefes para vigiar o acampamento e decidir o que fazer. Diomedes escolhe Ulisses para acompanhá-lo numa incursão noturna; os dois capturam o espião troiano Dólon, que revela a disposição das tropas e a chegada do rei Reso com seus cavalos. Depois de matar Dólon, eles atacam os trácios adormecidos, matam Reso e seus homens e roubam os cavalos. Ao regressarem, são recebidos pelos aqueus, e oferecem a Atena parte dos despojos antes de se banharem e comerem.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ao amanhecer, Agamêmnon arma os aqueus e lidera o ataque, causando muitas baixas entre os troianos. Zeus manda Heitor conter-se até que Agamêmnon seja ferido; depois, Heitor retoma a ofensiva e os troianos fazem os gregos recuar. Agamêmnon é ferido e deixa a batalha; Diomedes também é atingido, enquanto Ulisses, cercado, resiste até ser socorrido por Menelau e Ajax. A luta se espalha, Macaon é ferido e Nestor o leva às naus. Patroclo vai saber de Nestor quem foi atingido e, a pedido de Eurípilo, cuida de sua ferida.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Netuno abandona os cavalos numa gruta e, disfarçado, anima os aqueus a resistirem junto às naus. Idomeneu e Meríones se armam e entram no combate, enquanto muitos guerreiros de ambos os lados caem. Quando os troianos começam a ser repelidos, Polidamante propõe a Heitor que convoque os chefes para deliberarem se devem atacar ou retirar-se; Heitor decide reunir os líderes e vai buscar os que combatem na outra ala. Depois de encontrar Páris e repreendê-lo, Heitor retorna com ele à luta, onde os troianos avançam novamente contra os aqueus.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Nestor ouve o tumulto e, ao ver os gregos em retirada diante dos troianos, encontra Agamêmnon, Ulisses e Diomedes feridos. Agamêmnon propõe lançar as naus ao mar e fugir à noite, mas Ulisses rejeita o plano; Diomedes aconselha que os reis, embora feridos, incentivem os combatentes. Netuno anima os aqueus, enquanto Juno pede a Vênus o cesto do amor e convence o Sono a adormecer Júpiter; depois, seduz o marido, e o Sono avisa Netuno, que conduz os aqueus ao combate. Ajax derruba Heitor, levado para longe da luta, e os dois exércitos voltam a se enfrentar, com baixas de ambos os lados e vários troianos mortos pelos aqueus.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Aquiles recebe de Antíloco a notícia da morte de Patroclo e, tomado pela dor, decide vingar o amigo, embora saiba que sua própria morte se aproxima. Tétis vai ao encontro do filho e promete pedir a Vulcano novas armas para ele. A pedido de Juno, Íris convence Aquiles a aparecer junto ao fosso; seu grito, reforçado por Minerva, dispersa os troianos e permite aos aqueus recuperar o corpo de Patroclo. Heitor rejeita o conselho de Polidamas de recuar para a cidade e ordena que os troianos permaneçam no campo. Enquanto os aqueus choram Patroclo, Vulcano forja armas para Aquiles, incluindo um escudo decorado com cenas da vida humana, e as entrega a Tétis.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Tétis entrega a Aquiles as armas forjadas por Vulcano e preserva o corpo de Pátroclo. Aquiles reconcilia-se com Agamêmnon, que lhe oferece presentes e jura não ter tocado em Briseida; ainda assim, Aquiles recusa comer antes de combater, consumido pelo luto. Briseida e os companheiros lamentam Pátroclo, enquanto Atena infunde ambrosia e néctar em Aquiles para sustentá-lo. Armado, ele parte para a batalha em seu carro, apesar de o cavalo Xanto anunciar que sua morte se aproxima.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Zeus convoca os deuses e permite que apoiem aqueus ou troianos, enquanto observa a batalha. Os imortais se dividem entre os exércitos; durante o confronto, Zeus troveja e Netuno abala a terra e os montes. Apolo incita Eneias a enfrentar Aquiles, mas Netuno salva o troiano e anuncia que sua linhagem deve sobreviver. Aquiles volta-se contra os troianos e mata muitos guerreiros; quando Heitor se aproxima, Apolo o esconde numa nuvem e o afasta do combate. Aquiles continua a matança, enquanto os carros passam sobre os corpos caídos.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Aquiles persegue e mata muitos troianos junto ao Xanto, entre eles Licaon e Asteropeu, apesar das súplicas e da intervenção do rio, que tenta detê-lo e acaba combatendo com Vulcano. Enquanto os deuses se enfrentam, Aquiles continua a devastar os fugitivos, e Príamo manda abrir as portas para recebê-los. Febo afasta Aquiles das muralhas ao assumir a aparência de Agenor; com isso, os troianos conseguem entrar na cidade e se espalham exaustos.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Heitor permanece fora das muralhas, apesar dos apelos de Príamo e Hécuba, e enfrenta Aquiles após fugir dele três vezes ao redor de Troia. Atena engana Heitor, que, sem a lança e percebendo que seu destino está selado, luta e é morto por Aquiles, a quem pede em vão que devolva seu corpo à família. Aquiles recusa, fura os tendões dos pés de Heitor, prende-o ao carro e arrasta o cadáver, enquanto os troianos choram. Príamo lamenta a morte do filho e deseja ir até Aquiles implorar por seu corpo. Andrômaca, sem saber do ocorrido, descobre Heitor sendo arrastado diante da cidade, desmaia e, ao recobrar os sentidos, chora a morte do marido e teme pelo futuro do filho Astíanax.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Aquiles e os aqueus lamentam Patroclo, cuja sombra aparece em sonho e pede que seus ossos sejam reunidos aos de Aquiles. Após preparar a pira, Aquiles sacrifica animais e jovens troianos; com a ajuda dos ventos, o corpo é consumido, e seus ossos são recolhidos numa urna de ouro. Em seguida, Aquiles organiza jogos fúnebres, com corridas de carros, pugilato, luta, corrida a pé, combate com lanças, lançamento de disco e provas de arco. Os prêmios são distribuídos entre os participantes, e Antíloco devolve a égua que ganhou ao reconhecer que prejudicou Menelau na corrida.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
Depois de arrastar o corpo de Heitor em torno do túmulo de Pátroclo, Aquiles é advertido por Tétis, a mando de Zeus, de que deve aceitar o resgate. Guiado por Hermes, Príamo chega à tenda de Aquiles, suplica pelo filho e oferece presentes; comovido, o herói entrega o corpo e concede uma trégua para os funerais. Príamo retorna a Troia, onde Andrômaca, Hécuba e Helena lamentam Heitor. Os troianos reúnem lenha, queimam o corpo, recolhem os ossos numa urna e erguem um túmulo; depois, celebram um banquete fúnebre.
Ler o capítulo (português) (abre em nova aba)Voltar ao índice
