
Ética a Nicômaco
Como agir bem e alcançar uma vida feliz, segundo Aristóteles?
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Como agir bem e alcançar uma vida feliz, segundo Aristóteles?

Para que serve a filosofia se a vida cotidiana já nos ensina tanto sobre o mundo e sobre as pessoas?
Por que regimes como o nazismo e o stalinismo foram diferentes de outras ditaduras?

Retórica é só a arte de convencer ou exige saber o que é justo e o que é bom?

Como um governante pode conquistar o poder, mantê-lo e agir bem quando as circunstâncias mudam o tempo todo?

O que diferencia o labor, o trabalho e a ação na vida humana, e por que essa diferença importa para a política?

Como uma cidade ou um governo podem crescer e manter o poder se dentro deles existem divisões e conflitos que não desaparecem?

Por que viver em sociedade parece exigir tanta renúncia e, mesmo assim, deixa tantas pessoas infelizes?

Por que a história seria marcada por conflitos entre classes, e o que o capitalismo tem a ver com isso?
Se a política parece coisa só de político, partido e eleição, por que ela deveria importar para mim no dia a dia?

A virtude, sobretudo a virtude política, pode ser ensinada como uma técnica, ou ela já está em todos nós desde o nascimento?

Até que ponto a religião deve mandar nas leis de um país, e como a liberdade de pensar se relaciona com a fé?
Como a Itália dos séculos XIV a XVI pode ser entendida como um todo, da política à religião e ao dia a dia das pessoas?

Como a Europa saiu das revoltas de 1848 e chegou à fé na iniciativa privada e na cultura burguesa?
Antes dos gregos, já havia uma forma de pensar sobre o mundo, a moral e a vida no Egito, na Mesopotâmia e em Israel?

Como uma pessoa pode viver bem com os outros e ajudar a formar uma sociedade justa e harmoniosa?

Como a internet e as novas tecnologias mudam o trabalho, a economia e a vida cotidiana?
Os sofistas gregos eram apenas habilidosos com as palavras, como Platão sugeriu, ou pensavam seriamente sobre a verdade e a ação humana?
Como alguém pode cuidar bem dos outros e governar uma cidade sem antes saber quem é?

Como uma pessoa pode se tornar moralmente boa e, a partir disso, contribuir para a vida da família, da sociedade e da política?

Quem deve dirigir uma revolução democrática contra um regime autoritário: a burguesia liberal ou a classe trabalhadora?

Se a economia é feita de mercados, por que tantas políticas que mudam a vida de trabalhadores e cidades são apresentadas como respostas técnicas inevitáveis, e não como escolhas de poder?

Por que as revoluções socialistas não vingaram no Ocidente, e o que seria preciso para que a transformação política acontecesse?

O que torna uma amizade verdadeira, e não apenas útil para quem a tem?

Como as pessoas podem viver em sociedade sem perder a liberdade?

Como a educação pode ajudar as pessoas a participar da vida do país e a transformar a sociedade em que vivem?

Por que a loucura pode parecer, às vezes, mais sensata do que a sabedoria que os homens se orgulham de ter?
Se tudo o que acontece tem causas que não escolhemos, ainda somos realmente livres para decidir o que fazemos?

Como a liberdade individual pode se realizar em instituições compartilhadas, como a família, a sociedade e o Estado?

Como a filosofia grega começou a investigar a ordem do cosmos, os princípios da realidade e a busca racional da verdade?
Como as ideias filosóficas do Ocidente surgiram e mudaram, ligadas à religião, à ciência e à política?

Por que a lei pode deixar algumas pessoas sem proteção, e quem decide quem fica de fora?

Quando a defesa da república pode justificar a morte de um líder que parece ameaçar a liberdade de todos?

Quando uma decisão da justiça pode ser considerada correta, mesmo sem uma regra escrita que a determine com clareza?

Por que precisamos aceitar um poder acima de nós, em vez de viver livremente sem governo?
Por que regras de etiqueta e rituais importariam para a formação moral das pessoas e para a harmonia da sociedade?
Como o conflito entre quem possui os meios de produção e quem vende o próprio trabalho molda a sociedade, segundo Marx e Engels?
Como enfrentar uma injustiça sem recorrer à violência, e essa postura exige coragem ou é apenas passividade?

Como um líder consegue chegar ao poder com apoio de grupos que estão em conflito entre si?
Um país pode crescer economicamente e, ainda assim, depender politicamente de outro? Como ganhar autonomia sem romper alianças?

Os sofistas eram apenas manipuladores da linguagem ou foram um movimento intelectual decisivo para a filosofia?

Como uma classificação social pode parecer natural e legítima, quando na verdade reflete quem tem poder para nomear e definir o que vale?
Como o modo como o Ocidente descreve outros povos e regiões pode estar ligado ao poder que esse Ocidente exerce sobre eles?

Como deve o intelectual se posicionar entre a verdade do conhecimento e os fatos do poder?

A imprensa realmente fiscaliza o poder, ou está ligada aos interesses que deveria vigiar?
Como os primeiros filósofos gregos passaram a explicar o mundo pela razão, e não apenas por histórias tradicionais?
Como a liberdade pode ser real na vida concreta, e não apenas uma ideia abstrata na cabeça das pessoas?